Sex, sexe, φύλο, sesso... Être amoureux.
Não há língua que diga nem que lace, que enrosque os aromas e sabores que nossos corpos podem ter. E nenhum dia frio com nuvens densas pode deixar de se acalorar com o fogo que pulsa em nossas veias. O quarto a meia luz não esconde a cena explicita de dois corpos jogados ao relento dos lençóis e em segundos depois do amor onde as percepções desatentas despercebem a realidade e como sempre desconcerta a verdade, um sopro de força que resta, repõem no abraço repentino todas as nossas energias para quiçá um recomeço. A fantasia pura incita aos sonhos, reluz insanidade, transparece os pensamentos e desejos mais ocultos nos movimentos, na voz que não sai, que suspira e que geme, no peito que palpita, na reação inerte de nossas expressões insaciadas. Amor e sexo andam sempre lado a lado, divididos por uma linha tênue quase sempre invisível. Être sexe est facile. Être amoureux est inévitable. Être les deux est le cadeau des amoureux éternels.