Numa poesia de esquina teremos viagens que não se manifestam. Um relicário escondido no ímpeto de cada um e sabe-se lá qual intensão temos de nos santificar guardando aquilo que já fomos um dia.
Nesta Poesia, terei o despeito de dizer o quão silenciosa são as Liras, na orquestra desafinada que se faz da vida.

sin poesía, soy inerte.

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