Minha Dona.

Me esquenta com o vapor da boca e por entre as pernas mela.
Imprensando minha coxa na coxa que é dela.
Dobra o joelhos e implora o meu liquido.
Me quer, me quer e quer ver meu membro rígido.

Você é dessas mulheres pra comer com dez talheres,
De quatro, lado, verso, embaixo e pé.
Roer, revirar, retorcer, lambuzar e deixar o meu corpo tremendo...
Gemendo, gemendo, gemendo.

Você tava demais, peito nu com cinco ou seis colares
Me fez levitar em meio ao sete mares
E me pediu que lhe batesse, lhe arrumasse, lhe chamasse
De minha cachorra, safadona, bandidona.

Te lambi, te bebi, comi, minha dona.


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